Este blog foi pensado e realizado para que você, aluno, possa incluir na sua navegação um pouco da nossa sala de aula, pescando um material aqui, um texto ali, publicando nossas produções textuais acolá. Ele será um registro de nossas descobertas, de nosso trabalho e um espaço de pesquisa e interação. Aproveite!
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AVISO AO 8º E 9º ANOS: URGENTE
8º E 9º ANOS: Não deixem de ler o regulamento que encontrarão aqui . Imprimam a ficha de inscrição no final do regulamento bem como providenciem os documentos solicitados o mais rápido possível
26 de set. de 2010
Brasil com P - GOG Part. Maria Rita - Cartão Postal Bomba!!!
1ª Série do Ensino Médio
Para além de toda problemática que o vídeo aborda, percebam o excelente trabalho com a figura de linguagem que temos estudado: a aliteração.
Para além de toda problemática que o vídeo aborda, percebam o excelente trabalho com a figura de linguagem que temos estudado: a aliteração.
12 de set. de 2010
Outros trechos de Rachel de Queiroz
“Sim, venho-me esquecendo de dizer a quem Rosa ama... Usa dólmã vermelho, casquete com fitas... Senhor, é um fuzileiro naval. Como poderia Rosa resistir àquele dólmã cor de sangue, àquela astúcia de homem corrido no mundo, àquele ar marcial”. (In: Rosa e o fuzileiro ─ crônica ─ fevereiro/1945)
“... a túnica cor de sangue, a calça branca engomada e o casquete matador, posto de lado no cabelo partido, com as fitinhas pretas tremulando no ar, aos rodopios da valsa. E nem o par da rainha, o presidente do clube, tinha um decido sequer do airoso aprumo do par da princesa ─ tudo de acordo com a ordenança militar: barriga pra dentro, peito saliente e olhar terrível”. (In: A princesa e o pirata ─ crônica ─ novembro/1947)
“Não me esqueço de certo dia em que eu ia atravessando a Rua do Ouvidor e um garboso fuzileiro naval cruzou comigo. Para surpresa minha o militar, ao me ver, parou, fez continência, depois arrancou o gorro de fitinhas, ergueu a mão no ar quase numa saudação fascista e disse naquela voz cantada da minha terra, que só de ouvi-la me aperta o coração de saudade: ─ Abença, madrinha Rachelzinha!” (In: O senhor São João ─ crônica ─ junho/19444).
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