Este blog foi pensado e realizado para que você, aluno, possa incluir na sua navegação um pouco da nossa sala de aula, pescando um material aqui, um texto ali, publicando nossas produções textuais acolá. Ele será um registro de nossas descobertas, de nosso trabalho e um espaço de pesquisa e interação. Aproveite!
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15 de mar. de 2014
13 de mar. de 2014
12 de mar. de 2014
TERESIANO - 7º Ano - Exercícios de Revisão I
Texto
Ouvimos muito.
Agora temos muito que
contar.
Era uma tarde típica de
outono. Paramos diante de uma casinha com fachada de pedras e um bonito jardim.
Aos nossos olhos, ela lembrava uma dessas casas de contos de fada. Entramos.
Por uma porta lateral chamamos pela dona da casa. Uma voz fina, rouca, suave –
de avó – nos convidou a entrar. Ela vinha de uma sala pouco iluminada, no final
de um pequeno corredor. Seguimos o chamado. Passamos ao lado de uma escada de madeira
e vimos, no fundo da saleta, uma senhora sentada no que parecia ser uma cadeira
de balanço. Tinha os óculos na ponta do nariz e um livro no colo. Esticou o
pescoço e virou o rosto para nos ver. Os olhos eram vivos. Fez sinal para que
entrássemos e sentássemos. Ia nos contar uma história, a sua própria história.
[...]
Na ponta do
lápis. Ano V, nº12, dezembro de 2009
Questão 1
A forma como o editorial acima foi escrito
poderia fazer parte de um conto.
Levando em conta essa informação, responda:
a) A que parte do percurso narrativo
corresponde o fragmento lido?
b) O que precisaria ocorrer para que o
percurso narrativo continuasse, mudando de direção da história?
c) Quando chegasse a um momento
máximo de tensão, a história alcançaria que parte do percurso narrativo?
d) Qual é o foco narrativo do texto e
como se denomina o tipo de narrador?
Questão 2
Uma das funções dos pronomes
é estabelecer de tal forma referências no texto oral ou escrito que nós,
leitores ou ouvintes, possamos recuperar as relações de coesão na superfície
textual, ou seja, as ligações que são feitas no texto.
Considerando essa informação, responda:
a) As duas ocorrências no texto do pronome pessoal do caso reto “ela”
fazem referência ao mesmo elemento?
b) Explique sua resposta da questão anterior.
Questão 3
Os pronomes servem também para indicar ou substituir as pessoas
do discurso, ou seja, os locutores ou interlocutores que participam de uma
atividade de comunicação. No texto, encontramos 1ª pessoa do plural e 3ª pessoa
do singular.
a) Quais elementos da língua confirmam a afirmação acima?
b) Retire do texto todos os pronomes e classifique-os completamente.
Questão 4
As preposições
estabelecem entre os termos que une muitas relações de sentido.
Entretanto, apenas no contexto é possível, por meio da compreensão do que lemos,
saber o tipo de relação.
A partir dessas
considerações, diga quais os sentidos criados pelas preposições destacadas nos
trechos abaixo:
a) escada de
madeira:
b) falou sobre sua vida:
c) estudam para passar:
Respostas
Questão 1:
a) Corresponde à situação inicial.
b) Precisaria ocorrer um elemento modificador para que se estabelecesse um conflito.
c) Alcançaria a parte do percurso narrativo chamada clímax.
d) Foco narrativo em 1ª pessoa. Narrador personagem.
Questão 2
a) Não.
b) A primeira vez que o pronome pessoal do caso reto "ela" aparece faz referência à "casinha". A segunda vez, faz referência à "voz".
Questão 3
a) nossos, paramos, nos, (1ª pessoa) /ela, vinha (3ª pessoa do singular)
b) nossos - pronome possessivo; ela - pronome pessoal do caso reto, 3ª pessoa do singular; nos - pronome pessoal do caso oblíquo (1ª pessoa do plural);
Questão 4
a) matéria
b)assunto
c) finalidade
26 de fev. de 2014
TERESIANO-Correção do dever de casa 26/02/2014
PÁGINA 18 : ATENÇÃO: PODEM TIRAR POSSÍVEIS DÚVIDAS EM AULA.
6. d) O narrador não participa como personagem da história. Ele pode conhecer os sentimentos e pensamentos das personagens por ser um narrador em terceira pessoa.
e) Alguns verbos e pronomes se mantiveram inalterados; os que estavam na primeira pessoa passaram para a terceira pessoa: voltei/voltou. dei/deu, meus/seus, minhas/suas/dele, etc.
1.
a) A bicicleta Birmingham, o sabonete Eucalol e o carro Austin.
b) A história se passa entre 1945 e 1957.
2. O narrador é de uma região brasileira fronteiriça que recebeu influência da colonização hispânica. Daí os hábitos espanhóis estarem presentes.
3. Piás, coxilha e lançantes.
PÁGINA 19
1.
a) Refere-se ao pai do protagonista. "Mas não chore, papai", "Eu perdoei você", etc.
b) Referem-se ao protagonista e ao seu irmão mais novo, Mariozinho. "Mariozinho e eu [...] sesteávamos também [...]", "Eu me prometia viajar de verdade [...] e levar meu irmãozinho [...]", etc.
2.
a) O uso frequente do pronome você, que mostra que há uma conversa entre o narrador e seu pai ao longo de todo o texto.
b) O texto é um conto, pois é ficcional e contém os elementos característicos desse gênero: narrativa de um único conflito, vivido por poucas personagens em um espaço e tempo restritos.
3. Os raros automóveis pareciam sestear; nenhum vivente; fogo das calçadas.
4.
a) O narrador se preocupa com o fato de o irmão ter, como tantos outros habitantes da cidade, uma vida triste e sem graça, preso num lugar sem atrativos e perspectivas ("cidade morta").
b) Porque na sua visão esse animal levava uma vida triste, puxando a carroça pelas ruas pacatas da cidade.
5.
a) Para reforçar a ideia de distância (lonjura) do rio em relação à sua casa.
b) "[...] para alcançá-lo era preciso atravessar a cidade, o subúrbio e um descampado de perigosa solidão."
6. "Rubro e com as mãos crispadas."
7. O Paraíso seria o rio e a aventura, a liberdade, o prazer de nadar, as fantasias de viagens do menino. O Inferno seria o que aconteceria depois da ida ao rio: a bronca, a raiva do pai, as consequências da desobediência.
6. d) O narrador não participa como personagem da história. Ele pode conhecer os sentimentos e pensamentos das personagens por ser um narrador em terceira pessoa.
e) Alguns verbos e pronomes se mantiveram inalterados; os que estavam na primeira pessoa passaram para a terceira pessoa: voltei/voltou. dei/deu, meus/seus, minhas/suas/dele, etc.
1.
a) A bicicleta Birmingham, o sabonete Eucalol e o carro Austin.
b) A história se passa entre 1945 e 1957.
2. O narrador é de uma região brasileira fronteiriça que recebeu influência da colonização hispânica. Daí os hábitos espanhóis estarem presentes.
3. Piás, coxilha e lançantes.
PÁGINA 19
1.
a) Refere-se ao pai do protagonista. "Mas não chore, papai", "Eu perdoei você", etc.
b) Referem-se ao protagonista e ao seu irmão mais novo, Mariozinho. "Mariozinho e eu [...] sesteávamos também [...]", "Eu me prometia viajar de verdade [...] e levar meu irmãozinho [...]", etc.
2.
a) O uso frequente do pronome você, que mostra que há uma conversa entre o narrador e seu pai ao longo de todo o texto.
b) O texto é um conto, pois é ficcional e contém os elementos característicos desse gênero: narrativa de um único conflito, vivido por poucas personagens em um espaço e tempo restritos.
3. Os raros automóveis pareciam sestear; nenhum vivente; fogo das calçadas.
4.
a) O narrador se preocupa com o fato de o irmão ter, como tantos outros habitantes da cidade, uma vida triste e sem graça, preso num lugar sem atrativos e perspectivas ("cidade morta").
b) Porque na sua visão esse animal levava uma vida triste, puxando a carroça pelas ruas pacatas da cidade.
5.
a) Para reforçar a ideia de distância (lonjura) do rio em relação à sua casa.
b) "[...] para alcançá-lo era preciso atravessar a cidade, o subúrbio e um descampado de perigosa solidão."
6. "Rubro e com as mãos crispadas."
7. O Paraíso seria o rio e a aventura, a liberdade, o prazer de nadar, as fantasias de viagens do menino. O Inferno seria o que aconteceria depois da ida ao rio: a bronca, a raiva do pai, as consequências da desobediência.
5 de jun. de 2011
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